sábado, 7 de março de 2009

Microscópio




O microscópio é um aparelho utilizado para visualizar estruturas minúsculas como as células.

Acredita-se que o microscópio tenha sido inventado em 1590 por Hans Janssen e seu fiIho Zacharias, dois Holandeses fabricantes de óculos. Tudo indica, porém, que o primeiro a fazer observações microscópicas de materiais biológicos foi o neerlandês Antonie van Leeuwenhoek (1632 - 1723).


Os microscópios de Leeuwenhoek eram dotados de uma única lente, pequena e quase esférica. Nesses aparelhos ele observou detalhadamente diversos tipos de material biológico, como embriões de plantas, os glóbulos vermelhos do sangue e os espermatozóides presentes no sêmen dos animais. Foi também Leeuwenhoek quem descobriu a existência dos “micróbios”, como eram antigamente chamados os seres microscópicos, hoje conhecidos como microorganismos.
Foi com Robert Hooke, da Inglaterra, que surgiu o nome célula. Com um microscópio mais avançado que o de Leeuwenhoek, pois conseguia ampliações até 300 vezes, Hooke vem consolidar e dar outro passo na construção da Ciência.

- Primeiro Microscópio




sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Influência da luz e da humidade nas plantas



Semanalmente iremos verificar o que vai acontecendo na nossa experiência...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Plantas sem Flor

Os musgos são representantes do grupo das briófitas e como tal são desprovidos de vasos de condução e tecidos . São constituídos por caulóides, rizóides e filóides. São plantas que possuem o órgão reprodutor escondido e que não possuem flores. Preferem viver em lugares húmidos e preferem lugares com sombra. Geralmente atingem poucos centímetros de altura justamente por não possuírem vasos de condução de seiva.



Cápsula do musgo libertando os esporos








sábado, 14 de fevereiro de 2009

Plantas em vias de extinção

Para ajudar na realização do trabalho de grupo deste período, que são as plantas em vias de extinção em Portugal, deixo aqui, para os meus alunos do 5ºano, alguma ajuda.
Mãos à obra e bom trabalho.

Também ficam algumas recomendações para ajudarmos a proteger as plantas.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A Folha


Exemplo do trabalho realizado, por uma aluna, na aula de Ciências sobre a constituição de uma folha.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Animais em vias de extinção

O tema do 1º Período para os trabalhos de grupo foi "os animais em vias de extinção". Após a entrega do guião do trabalho, os alunos iniciaram a pesquisa e libertaram a imaginação. Resultaram trabalhos muito bons...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Variedade de caules - áereos, aquáticos e subterrâneos


É a coluna principal do vegetal, geralmente aéreo, com ou sem clorofila.

A sua função é sustentar as folhas, flores, ramos, e frutos, ligá-los às raízes e conduzir a seiva (água e sais minerais).

Os caules são classificados em: aéreos, subterrâneos e aquáticos.

1 - Aéreos:

Encontram-se em contato direto com o ar atmosférico.

Classificam-se em:

a) Erectos: desenvolvem-se verticalmente.

Tronco: mais ou menos cilíndrico, resistente e ramificado. Pode atingir grandes alturas. Ex.: mangueira, abacateiro, laranjeira, etc..

Haste: pequeno, pouco resistente. Ex.: caule da couve, do feijão, etc..

Estipe: é cilíndrico e sem ramificações. Ex.: caule da palmeira.

Colmo: é cilíndrico e apresenta nós bastante nítidos. Podem ser oco (ex.: bambu) ou cheios (ex.: cana de açúcar)

b) Rastejantes são caules que crescem horizontalmente sobre a superfície do solo e são poucos resistentes. Podem apresentar raízes adventícias. Ex.: morangueiro, aboboreira etc.

c) Trepadores são os caules das plantas conhecidas como trepadeiras. Podem ser:

· Sarmentosos: apresentam elementos de fixação como, por exemplo, as raízes adventícias. Ex.: ervilha, feijão etc.

2 - Subterrâneos

Localizam-se sob o solo. Entre eles estão: rizomas, tubérculos e bulbos.

a) Rizomas são caules que se desenvolvem sob a superfície do solo, horizontalmente, produzindo raízes e elementos aéreos. Ex.: banana, samambaia, etc.

b) Tubérculos são caules subterrâneos que armazenam substâncias nutritivas. Ex.: batatinha. Uma maneira de se distinguir raiz de caule subterrâneo está na presença de gemas nos caules ("olhos"), que não são encontradas na raiz.

c) Bolbos são caules envolvidos por um conjunto de folhas dispostas circularmente. Ex.: cebola.

3 - Aquáticos

São capazes de absorver a água através da epiderme.

Alguns caules apresentam modificações a fim de se adaptarem a uma determinada circunstância. Entre os tipos de caules estão: gavinhas, espinhos e cladódios.

Gavinhas são ramos modificados para a fixação. Ex.: videira.

Espinhos são ramos endurecidos e pontiagudos. Ex.: laranjeira. Os espinhos estão fortemente ligados ao caule, ao contrário dos acúleos que são facilmente destacáveis. Ex.: roseira.

Claudódios são caules compridos que assumem a função e o aspecto da folhas quando estas faltam. Ex.: figo-da-índia.

Variedade de Raízes



A raiz é o órgão da planta que tipicamente se encontra abaixo da superficie do solo. Tem duas funções principais: servir como meio de fixação ao solo e como órgão absorvente de água, nutrientes, azoto ou nitrogênio e outras substâncias minerais como potássio e fósforo. Quase sempre subterrânea, há, no entanto, plantas dotadas de raízes especiais, como as figueiras com as suas raízes aéreas, e as plantas epífitas.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Estudo da Raiz - Ciências da Natureza 5ºano

Durante esta semana os meus alunos trouxeram variadas plantas com raiz para, na aula, fazerem a identificação dos constituintes e a classificação da sua raiz.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Dia Mundial do Ambiente na nossa Escola

Actividade Experimental - Circulação da seiva nas plantas

Para verificarem como circula a seiva bruta no interior das plantas os alunos realizaram uma experiência na aula de Ciências.
Colocaram corante azul, vermelho, verde e amarelo e mergulharam os caules de cravos e aguardaram pelos resultados...
Passados alguns dias obtiveram os resultados que podem observar nas imagens.

Exposição de Trabalhos a 3D sobre Sistema Respiratório e Sistema Digestivo Humano

quarta-feira, 12 de março de 2008

Rim - sistema urinário

O Rim - estrutura e função
No adulto o rim tem cerca de 11 a 13 cm de comprimento, 5 a 7,5 cm de largura, 2,5 a 3 cm de espessura, com aproximadamente 125 a 170 gramas no homem e 115 a 155 gramas na mulher.

Cada rim possui a forma de um grão de feijão com duas faces (anterior e posterior), duas bordas (medial e lateral) e dois pólos ou extremidades (superior e inferior).

Cada rim é formado por cerca de 1 milhão de pequenas estruturas chamadas néfron. Cada néfron é capaz de eliminar resíduos do metabolismo do sangue, manter o equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico do corpo humano, controlar a quantidade de líquidos no organismo, regular a pressão arterial e secretar hormônios, além de produzir a urina. Por esse motivo dizemos que o néfron é a unidade funcional do rim, pois apenas um néfron é capaz de realizar todas as funções renais.


Também desta vez fizemos a dissecação de um rim de porco...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Roda dos Alimentos - trabalhos realizados pelos alunos 6ºAno

Durante a semana de 18 de Fevereiro e 22 de Fevereiro está a decorrer na biblioteca da nossa escola a exposição das rodas dos alimentos (trabalhos realizados pelos alunos durante o 1º Período, contando como elemento da sua avaliação no final do
1ºPeríodo)
Aqui apresentarei todos os trabalhos realizados.
Vejam quanta imaginação..
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sábado, 26 de janeiro de 2008

EXPOSIÇÃO KNOJO

Está a decorrer, no pavilhão do conhecimento, em Lisboa, a exposição Knojo, onde se pode descobrir como funciona o interior do nosso corpo. Descobrir a matemática e experimentar no exploratório...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Investigando o interior do coração...


Durante as últimas aulas de Ciências com o 6º ano foi abordada a constituição do coração.


Mas como uma imagem vale mais do que mil palavras... fui a um talho comprei o coração de um porco e levei-o para a sala de aula. Apartir daqui começou a barafunda e o entusiasmo por parte dos meus alunos, uns diziam "não consigo ver, tem muito sangue", outros diziam "professora posso mexer", "que fixe!!!"...


Aqui deixo as imagens para vocês também poderem ver como na realidade é o vosso coração.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Aulas experimentais realizadas no 1ºPeríodo

No decorrer do 1º período realizámos algumas actividades experimentais relacionadas com os contéudos que estavam a ser leccionados.

Tentámos visualizar como funcionava o sistema digestivo de uma galinha... e foi muito giro ver os grãos de milho no papo e ficaram surpreendidos com as areias que encontraram na moela (relataram os alunos).



Numa outra aula observámos como funcionavam os pulmões... para isso utilizámos os pulmões de um coelho.
Os alunos conseguiram visualizar o que acontecia aos pulmões quando o ar entrava (inspiração) e quando o ar saía (expiração). Gostaram imenso da actividade e perceberam melhor as alterações na caixa torácica durante a inspiração e a expiração (relataram os alunos).











sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

ESPAÇO ÀS CIÊNCIAS



Este espaço é de todos aqueles que vêem para lá de uma planta ou de uma célula animal, é daqueles que pretendem ver, rever e voltar a ver tudo aquilo que é facilmente visto mas dificilmente explicado.